Parking News

Enquanto não sai do papel a construção dos prédios do Senac e do Sesc no terreno onde estavam os edifícios São Vito e Mercúrio (conhecidos como "treme-treme", demolidos no ano passado), no Parque Dom Pedro II, na região central, a Prefeitura decidiu utilizar o mesmo espaço como estacionamento com sistema de cobrança de zona azul. O local, conhecido como Zona Azul São Vito, começou a funcionar no dia 29 de setembro. No total, há 271 vagas para automóveis, sendo 15 para idosos e seis para portadores de deficiência. Além disso, há oito vagas para ônibus fretados, explica o Diário do Comércio.
O estacionamento, possivelmente o maior da região, surgiu após denúncias de que o terreno era usado como estacionamento ilegal por flanelinhas. Eles chegavam a cobrar entre R$ 10 e R$ 15 pela utilização do espaço.
Mercadão
Uma segunda explicação é que o novo estacionamento ajudará a minimizar o déficit de vagas de estacionamento na região do Mercado Municipal da Cantareira (Mercadão). O problema é antigo e há alguns meses virou alvo de um projeto do governo que prevê a construção de garagens subterrâneas, não apenas na região do Mercadão, mas em outros pontos da região central.
O valor da primeira hora é R$ 3. O tempo máximo de permanência no local será de duas horas - R$ 6.
A venda do talão de Zona Azul é feita nas duas cabines instaladas dentro do estacionamento. Agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) são os responsáveis pela fiscalização durante o tempo de funcionamento - das 7h às 18h.
Dia 10, diversas pessoas aprovaram a construção do novo estacionamento, em especial o valor cobrado e a proximidade com o Mercadão. Eles salientaram que o valor da hora é bem menor do que em estacionamentos localizados nos arredores do Mercado da Cantareira. A reportagem do DC circulou por alguns estacionamentos e verificou que o valor cobrado pode chegar a R$ 25 pelas mesmas duas horas no local.
Revitalização
Segundo a proposta da Prefeitura, o terreno onde estavam o São Vito e o Mercúrio integram o projeto de revitalização do Parque Dom Pedro II. A primeira etapa da proposta consiste em repassar e conceder a autorização do uso da área para o Sesc e o Senac, que prometem construir escolas e outros espaços com fins sociais. No entanto, a concessão da área ainda depende da aprovação de um projeto de lei na Câmara Municipal, o que ainda não ocorreu - e que será uma prerrogativa apenas do próximo prefeito.
Fonte: Diário do Comércio (SP), 11 de outubro de 2012

Categoria: Mercado


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