Parking News

Flanelinhas que atuam nas ruas de Curitiba ameaçam os motoristas que não têm dinheiro ou se recusam a pagar pela guarda dos veículos estacionados. Em muitos casos, os danos provocados por eles vão além dos arranhões na pintura. "Eu me recusei (a pagar) e meu carro já foi danificado três vezes", conta um comerciante da cidade. A pintura do carro dele já foi riscada e o espelho externo quebrado. O prejuízo soma cerca de R$ 1 mil. "Eu já pago imposto, já pago IPVA e agora vou estacionar e ainda tenho que pagar proteção?", questiona à reportagem da RPC TV.
Outro motorista reclama que a prefeitura não faz nada para inibir a prática dos flanelinhas. "Se você não pagar, o teu carro vai estar riscado. Você tem a obrigação de pagar para eles", reclama.
A prefeitura da cidade, que administra o estacionamento regulamentado, diz que não tem competência para impedir a ação dos flanelinhas. A Polícia Militar também admitiu que não fiscaliza esse tipo de comércio nas ruas.
Leis regulamentam profissão
A Lei Federal 6.242/75 reconhece a profissão de guardador e lavador de carros. Esta lei foi regulamentada com o Decreto Presidencial 79.797/77. De acordo com a regulamentação, a atividade só pode ser exercida por pessoas que tenham registro na Delegacia Regional do Trabalho. Além disso, os guardadores devem recolher à prefeitura ou empresa estatal designada uma remuneração pela manutenção, sinalização e marcação das áreas de estacionamento.
Atualmente, há 126 flanelinhas com registro em carteira na capital.
Fonte: RPC TV Curitiba (Rede Globo), 12 de abril de 2012

Categoria: Geral


Outras matérias da edição

Pisca alerta (11/04/2012)

A festa dos serviços de valet em SP acaba a partir de junho. Conhecidas pela maneira informal de operar, as empresas se tornarão alvo de fiscalização intensa por meio de uma versão do cartão de Zona A (...)


Seja um associado Sindepark