Parking News

A Rodovia Transbrasiliana (BR-153) é considerada recordista em tragédias no noroeste paulista. Ao todo são mais de 6 mil km de pista, que cortam grande parte do país, desde o Pará até o Rio Grande do Sul. Obras que duraram quase três décadas para formar a quarta maior rodovia brasileira. Quando começou a ser construída, no início da década de 40, nem os engenheiros responsáveis pelo projeto imaginavam a quantidade de veículos que passaria por ela 70 anos mais tarde, analisa o G1.
É que junto com o progresso e o desenvolvimento econômico veio também a pressa, característica da modernidade dos novos tempos. E, junto com a pressa, a imprudência de quem utiliza rodovia.
Basta circular por alguns minutos na BR-153 para que os flagrantes de irregularidades sejam vistos. O receio dos motoristas é comprovado pelas estatísticas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o número de acidentes registrados de janeiro de 2011 até agora já ultrapassou os de 2010 inteiro. Foram 812 contra 839.
As ocorrências fatais também aumentaram: de 29 no ano passado, para 31 só até o mês de novembro. Dados que cada vez mais reafirmam um antigo apelido da Transbrasiliana: a rodovia da morte.
Para a concessionária responsável pelo trecho da rodovia que corta a região, o problema ainda está mais nos condutores dos veículos do que nas condições da pista.
Para 2012, a bancada paulista composta por 70 deputados tenta emplacar no orçamento da união uma emenda no valor de R$ 100 milhões. A verba deverá ser aplicada na duplicação de quase 18 km do trecho urbano de Rio Preto.
Fonte: portal G1, 16 de dezembro de 2011

Categoria: Geral


Outras matérias da edição

Preço do etanol sobe em 15 estados (16/12/2011)

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou dia 16 de dezembro o balanço sobre a variação de preços do litro do etanol hidratado por todo o Brasil. A semana fechou com (...)

CET aposenta semáforos ultrapassados (19/12/2011)

A boa notícia é que, após mais de meia década de atrasos, a cidade de São Paulo aposentou os semáforos eletromecânicos - ultrapassados, que não permitiam programações variadas para abrir e fechar ao l (...)


Seja um associado Sindepark