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A Lei Seca mais rígida estimulou a criatividade de motoristas infratores para tentar enganar o bafômetro. Mas a polícia explica que esses truques não funcionam. A blitz é no meio da tarde e com bafômetro. A Polícia Militar já percebeu que a imprudência acontece a qualquer hora do dia. "Todo dia ligamos a televisão e vemos barbaridades acontecendo em nosso país", diz um policial à reportagem do Jornal Nacional.
Apesar do rigor da Lei Seca e das campanhas de orientação, ainda tem muito motorista dirigindo depois de beber. Aí eles fazem de tudo para tentar disfarçar os efeitos do álcool e não serem apanhados em fiscalizações, que se tornaram mais frequentes.
As táticas incluem tomar café, mastigar chiclete, gelo e até jornal, como conta um rapaz que não quis aparecer. "O tipo de papel hoje é o jornal. Mastigando o papel, ele acaba tirando o odor do álcool", afirma.
A polícia diz que os truques não diminuem os efeitos do álcool no organismo e que o bafômetro vai apontar se a pessoa ingeriu bebida alcoólica.
"Tudo isso podemos dizer que é mito", assegura uma policial.
No desespero, tem motorista apelando também para as farmácias. As novas regras da Lei Seca, que estabeleceram tolerância zero no trânsito, fizeram aumentar a procura por remédios indicados para acelerar o metabolismo do álcool. Mais um mito, de acordo com os farmacêuticos.
"De maneira alguma ele vai diminuir a concentração do que você tomou ou mascarar o álcool que você vai exalar ou restabelecer seus reflexos de maneira instantânea", afirma a farmacêutica Ana Carolina Teixeira.
Além de não fazer o efeito desejado, tem ainda o risco da automedicação.
Fonte: Jornal Nacional (Rede Globo), 16 de fevereiro de 2013

Categoria: Geral


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