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"A polícia está bem em cima", diz Marinaldo Oliveira da Silva, presidente do Sindiglaasp (sindicato dos guardadores de carro de São Paulo), sobre a disparada dos pedidos de registro profissional dos flanelinhas no Ministério do Trabalho. Enquanto em 2011 a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo registrou apenas nove pessoas, neste ano o número já passou de 250, destaca a Folha.
No Estado, são cerca de mil pessoas registradas, das quais estima-se que 70% atuem na capital. Para obter o registro, é necessário apresentar diversos documentos, entre eles comprovante de residência e certidão negativa de antecedentes criminais.
Desde maio, a polícia intensificou a fiscalização, detendo flanelinhas sem registro. Até o momento, 760 foram presos por exercício ilegal da profissão e aguardam a conclusão dos processos em liberdade. Desse total, 49% têm antecedentes criminais.
Segundo o delegado titular da unidade de inteligência da Delegacia de Proteção à Cidadania, Fernando Shimidt, o foco das mais de 85 operações são pontos como o Mercado Municipal, a avenida Faria Lima e os estádios Pacaembu, Canindé e Morumbi.
A profissão tem amparo em uma lei federal de 1977, que cria a figura do "guardador e lavador de automóveis". Por isso, só os profissionais sem registro podem ser detidos pela polícia. Mas, mesmo com o registro, a cobrança de dinheiro para estacionar o carro é contravenção penal. Deve ficar a critério do dono do veículo se e quanto quer pagar pelo serviço.
Mesmo formalizada por lei, a atividade não foi regulamentada pela Prefeitura de São Paulo. Assim, não há definição de locais de atuação permitida, preços, impostos e modo de identificação de quem atua na função.
Fonte: Folha de S. Paulo, 16 de dezembro de 2012

Categoria: Geral


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