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As exportações de etanol do Brasil deverão cair na temporada 2010/11 (abril/março) para o menor nível desde 2003/04, previu dia 31 de março a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), que representa as indústrias do centro-sul. As exportações de etanol dessa região, que responde por cerca de 90% da produção de cana do Brasil, estão estimadas pela entidade em 1,8 bilhão de litros na nova safra, contra 2,75 bilhões em 2009/10, temporada encerrada oficialmente dia 31.
Em 2008/09, as exportações do País somaram mais de 4,5 bilhões de litros, enquanto que em 2003/04 atingiram apenas cerca de 1 bilhão de litros.
Segundo a Unica, a menor projeção dos últimos sete anos para as exportações de etanol foi feita em função de uma paridade desfavorável para vendas externas, em meio a um câmbio que dificulta os negócios.
"O que pode mudar isso é a abertura, uma bolha de mercado nos Estados Unidos, muito mais pelo movimento de preços - preços melhores nos EUA e menores no Brasil", afirmou o diretor técnico da Unica, Antonio de Pádua Rodrigues. Mas, por ora, as previsões da associação são pouco otimistas, segundo a agência Reuters. A entidade prevê queda nas exportações para os EUA, que em 09/10 importaram pouco mais de 1 bilhão de litros, e redução nas vendas para a Índia, que importou 365 milhões de litros na safra que se encerrou dia 31.
Para a União Europeia e Ásia (Japão e Coreia), que importaram juntas mais de 1,3 bilhão de litros em 09/10, a expectativa é de exportações estáveis.
De acordo com o presidente da Unica, Marcos Jank, as vendas para os EUA continuam esbarrando em tarifa de US$ 0,54 por galão, embora a EPA (agência norte-americana de proteção ambiental) tenha considerado o biocombustível brasileiro como avançado.
Mercado interno
Por outro lado, a Unica prevê um mercado interno forte, e estimou aumento na produção de etanol hidratado (usado nos veículos flex) para 20,1 bilhões de litros em 2010/11, ante 17,46 bilhões registrados na safra anterior.
O volume de etanol anidro (misturado à gasolina) produzido no centro-sul também crescerá, de 6,2 bilhões de litros para 7,2 bilhões de litros.
Segundo a entidade, com a redução da exportação e o aumento na produção, haverá um incremento de 4,5 bilhões de litros de etanol na oferta para o mercado interno, suficiente para atender à demanda doméstica, que cresce fortemente com o aumento da frota flex.
"Em março de 2011, a frota flex deve chegar a 50%", disse Pádua, ressaltando que seria um aumento expressivo em relação aos atuais 41%.
Fonte: agência Reuters, 31 de março de 2010

Categoria: Geral


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