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O Parque do Ibirapuera, na zona sul, ganhou suas primeiras câmeras de vigilância. Desde o mês passado, nove equipamentos com zoom de 2 km e capacidade de visualização em áreas de baixa luminosidade estão em funcionamento. Prometida no ano passado, a vigilância estava atrasada e era uma antiga reivindicação dos usuários do local, segundo O Estado.
O estacionamento do parque, ponto frequente de furtos de veículos, é um dos locais que passaram a ser monitorados pela central da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Por meio de um software israelense, ele detecta automaticamente quando alguém fica parado muito tempo ao lado de um carro e aciona um alarme na central. "Pode não ser nada, mas nós vamos verificar", afirma o inspetor Paulo Rogério de Souza, responsável pelo monitoramento.
Uma das câmeras está voltada para o prédio da Bienal e a outra para a Oca. Ainda há equipamentos perto dos portões 6, 7, 8 e 10. Os outros aparelhos ficam nas Avenidas Antônio Quiroga e República do Líbano e sobre o prédio do Museu de Arte Contemporânea (MAC), onde funcionava o Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O inspetor Souza afirma que só o fato de as câmeras de vigilância estarem acionadas no parque já vai ajudar a coibir a presença dos criminosos no Ibirapuera.
O modelo do equipamento é o Speed Dome, com giro de 360 graus. A reportagem esteve na central da GCM e constatou que o equipamento possibilita a identificação de rostos e placas com grande nitidez.
Vigilância
As câmeras são uma das armas preferidas da Prefeitura de São Paulo. A administração municipal usa esse tipo de equipamento para combater pontos viciados de lixo, vandalismo, camelôs e crimes.
Os equipamentos na região do Teatro Municipal, por exemplo, estão programados para flagrar pichações. "O alarme aciona sempre que detectar alguém fazendo um movimento similar ao da pichação", afirma Ortega.
A administração abriu consulta pública neste ano para a instalação de mais 500 câmeras nas ruas da cidade. Os equipamentos vão ficar em 166 pontos estratégicos de São Paulo. Entre os locais que serão monitorados estão as rotas de fuga da capital.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 6 de setembro de 2012

Categoria: Geral


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