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O horário de verão começa no dia 16 de outubro. Os relógios devem ser adiantados em 1 hora em dez Estados das Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul (São Paulo, Rio, Minas, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná). A mudança vai vigorar até 19 de fevereiro. O horário alternativo é adotado anualmente desde 1985 para economizar energia elétrica na maior parte da primavera e do verão, quando o sol se põe mais tarde. Na última temporada, no entanto, a redução do consumo de energia foi 8,15% menor do que a do horário de verão 2009/2010.
Conforme divulgou O Estado de s. Paulo, a redução da demanda no horário de pico foi de 2.376 MW - no anterior foi de 2.587, o que representa uma diferença de 211 MW. O ganho com a redução, no entanto, foi o mesmo nos dois períodos: R$ 30 milhões.
Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a economia resulta em redução da tarifa de energia elétrica para o consumidor, uma vez que a redução de demanda no horário de ponta leva ao aumento da segurança e à diminuição nos custos de operação do Sistema Interligado Nacional. Para este, está prevista a mesma economia.
A mudança de horário normalmente resulta em alteração na rotina dos bancos e dos parques públicos, por exemplo, o que deve ser definido nos próximos dias. O sistema de transportes das grandes cidades também deve sofrer alterações pontuais.
Desde 2008, o início e o fim do horário ocorrem no terceiro domingo de outubro e no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. A primeira edição do horário de verão ocorreu em 1931 e a abrangência variou, chegando a ser nacional - o formato atual data de 2003.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 1 de outubro de 2011

Categoria: Fique por Dentro


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