Segundo ele, o grande desenvolvimento do processo produtivo na indústria de cana-de-açúcar durante os últimos anos fez com que o combustível chegasse hoje a um valor para venda muito atrativo.
No início do mês, durante o Ethanol Summit, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, já havia abordado a questão e divulgou na ocasião estimativa da empresa de que o mercado de gasolina para veículos leves deverá cair para 17 % do total até 2020.
Mas Barbassa disse que a empresa não está muito preocupada com esse aspecto do mercado, mesmo considerando os planos de construção de cinco novas refinarias no Brasil para os próximos anos. "Estamos conscientes de que o álcool vai tomar mais espaço. Estamos preparados para isso."
Ele lembrou que o foco principal das novas refinarias será o diesel, combustível cuja produção no Brasil não é suficiente para atender a demanda.
Fonte: agência Reuters, 23 de junho de 2009