Segundo dados da Coordenadoria de Análise e Planejamento da Secretaria de Segurança Pública (CAP), nos primeiros quatro meses de 1994 a incidência de furtos e roubos de veículos no Estado de São Paulo havia crescido 27,89% em comparação ao mesmo período de 2003.
Preocupada com as estatísticas, a diretoria do Sindepark se reuniu em 1º de junho de 1994 com representantes de empresas de seguro para discutir medidas de proteção aos estacionamentos, além do aumento no preço das apólices de seguro e a recusa por parte das seguradoras em renovar contratos com os estacionamentos.
Participaram da reunião Geraldo de Moraes Pacheco e José Eduardo Medrado (Itaú Seguros), Flávio Bevilacqua Bosisio (FBB Seguros) e o então presidente do Sindepark, Hélio Cerqueira Júnior.
Os presentes destacaram a necessidade de novos procedimentos de segurança nos estacionamentos como medidas de segurança e determinaram que os estacionamentos fixassem um horário limite para o atendimento ao público, além de que os mesmos evitem deixar funcionários sozinhos e adotassem o atendimento self-parking para carros mais visados pelos ladrões.
Durante a reunião, ficou acordado entre seguradoras e sindicato que cada estacionamento seria analisado individualmente de acordo com sua localização e metodologia de trabalho.
"Se o estacionamento tiver uma boa estrutura de segurança, o risco é menor e, conseqüentemente, o preço cobrado pela seguradora é reduzido", afirmou José Eduardo Medrado da Itaú Seguros.
