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Motoristas gastam em média R$ 179 por mês em estacionamentos de Ribeirão Preto

09/05/2018


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Os motoristas de Ribeirão Preto pagam, em média, R$ 179,80 por mês para guardarem os carros nos estacionamentos particulares do município. O valor é a metade do verificado na cidade de São Paulo, por exemplo, segundo números levantados por uma empresa alemã de compras pela internet.

De acordo com o site Cuponation, responsável pela pesquisa, a média de hora cobrada nos estacionamentos de Ribeirão Preto é de R$ 5,40, sendo a média mensal de R$ 179,80. A tarifa mais alta é de R$ 8 por hora, com a mensalidade de R$ 220, aponta o levantamento.

Em São Paulo e Campinas, outras cidades que também foram comparadas, o valor cobrado por vagas no estacionamento é maior. Em Campinas, a hora média é de R$ 7,75, com a mensal de R$ 209. Já em São Paulo, o custo para estacionar é ainda mais elevado.

Para estacionar o carro, o motorista gasta pelo menos R$ 10 por hora nos principais bairros da cidade da capital paulista, e em média R$ 246 por mês para deixar o carro no estacionamento, o que pode representar mais de R$ 2 mil no final de ano.

O professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) Luciano Nakabashi acredita que esses valores se devem a um custo maior de mão-de-obra e do espaço para o estacionamento. “Os maiores preços do aluguel em São Paulo e Campinas refletem uma maior escassez de espaço em relação à demanda existente”, aponta o economista.

No entanto, ele acredita que os preços cobrados em Ribeirão Preto se encaixam na média salarial do trabalhador do município. Mesmo assim, Nakabashi diz que os valores cobrados por estacionamento podem afetar na decisão de consumidores na hora de realizar uma compra, por exemplo.

“Valores mais elevados de estacionamento tendem a inibir o seu uso para o comércio, visto que eleva o custo total da compra. A difusão do uso de transportes alternativos, como aquele por aplicativos, também tendem a reduzir o efeito de estacionamentos mais caros sobre as compras”, explica.

Fonte: G1, 7 de maio de 2018


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